Minha Participação no Programa do Chammas na Trianon AM!

Por Fábio Laudonio

Fala galera. Pois é, quem diria que eu iria participar de um programa de rádio, e ainda por cima passando na íntegra uma entrevista que fiz com um atleta olímpico? Confiram como foi a minha participação no programa Rio Olimpíada Brasil do radialista Alberto Chammas, pela rádio Trianon AM.

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E eles realmente escreveram o futuro.....

Por Fábio Laudonio.

Chegamos as semi finais da Copa do Mundo. Antes do inicio do torneio, um comercial da Nike, intitulado “Escreva o Futuro” mostrava uma vasta seleção de craques disputando um jogo. Na partida, cada um dos atletas, vestindo a camisa de suas respectivas seleções tenta, em uma jogada, mudar o destino da partida, e consequentemente de suas vidas. Quem diria que, durante a copa, a maioria deles alteraria mesmo o futuro. Para pior.....

A começar por Fábio Cannavaro, zagueiro capitão da seleção italiana. No comercial, Cannavaro aparece tirando uma bola em cima da linha. Quem diria que, durante a copa, o zagueiro fosse fazer exatamente o contrário, sendo protagonista de lances bizarros, que ajudaram e muito a afundar a atual campeã do mundo em uma campanha vergonhosa: 2 empates e 1 derrota, e a lanterna do grupo considerado o mais fácil da Copa...

Cannavaro lamenta a eliminação precoce da Itália.

A Costa do Marfim, de Didier Drogba, chegou a Copa com o rótulo de ser a melhor seleção africana da atualidade, em que pregava o futebol ofensivo e técnico. Durante o torneio, a seleção do atacante mostrou-se completamente o contrário: Uma seleção formada apenas por jogadores fortes, que gosta e muito do famoso jogo sujo lotado de pontapés. Resultado: Terceiro colocado de seu grupo e uma saída prematura, além é claro de perder o status de melhor seleção africana para Gana, que chegou até as quartas de final.

De nada adiantou o esforço para se recuperar de uma lesão no braço. Drogba afundou junto com a Costa do Marfim...

Já Ribery, cotado como o novo astro da seleção francesa depois da saída do eterno Zidane, acabou engolido pelo verdadeiro circo que se tornou a França. Os Bleus amargaram uma campanha digna de filmes de comédia, onde teve de tudo: Brigas internas, jogador pedindo pra sair, treinador sem comando, abolição de treinamentos. O resultado disso não poderia ser outro: um empate e duas derrotas, com apenas um gol marcado...

Ribery deve estar com saudade das jogadas geniais e salvadoras de Zizou....

No comercial, a parte que mais impressiona é a que reetrata o do futuro do atacante Wayne Rooney da Inglaterra. Na ficção, o atleta erra um passe, que propicia um imenso contra ataque. A mente de Rooney logo imagina as consequências daquele engano, que iam desde fãs histéricos rasgando pôsteres com sua imagem, a uma velhice onde se encontrava gordo e rotulado como um fracasso. Isso até poderia mesmo acontecer, pois a Inglaterra em copas é o mesmo de sempre: Entra como favorita, classifica-se jogando um futebol de qualidade duvidosa, e sucumbe diante da primeira adversidade. Para variar, o roteiro na Copa da África foi mantido: Derrota nas oitavas de final por 4 a 1 para a Alemanha, e uma volta precoce, que já é rotina para os amantes do futebol...

Rooney pouco fez na péssima campanha da Inglaterra.

O Brasil estava sendo representado por ninguém menos que Ronaldinho Gaúcho e seus dribles desconcertantes. Como o jogador não foi convocado para a “mega habilidosa” seleção do “estrategista” Dunga, o jeito foi fazer um outro comercial com lances de um atleta canarinho que foi convocado: Robinho. O atacante não fez uma Copa ruim é verdade. Era um dos poucos que tentava chutar a gol de fora da área, ou talvez partir para cima do adversário em um lance mais incisivo. Mas, o futuro do craque foi bem diferente do retratado no comercial da Nike. Em vez do samba da vitória, o que se ouviu foi mais parecido com uma marcha fúnebre depois da desclassificação nas quartas de final diante da Holanda.

Robinho, assim como vários atletas do Brasil, se preocuparam mais em reclamar com o juiz do que a jogar futebol.

E finalmente, chego agora na maior estrela de comerciais da Nike da atualidade: Cristiano Ronaldo. O gajo é quem encerra a propaganda, prestes a cobrar uma falta pela seleção portuguesa. Cristiano Ronaldo parece ter entrado na copa achando que seu marketing pessoal o faria jogar bola, ou pelo menos aparecer bem diante das câmeras, o que aparenta ser a sua principal preocupação. Tudo bem que a seleção portuguesa não ajuda muito, mas para quem já foi considerado o melhor do mundo, o gajo ficou devendo, e caminha a passos largos para se tornar um novo David Beckham: mais conhecido pelo marketing do que pelo que produz dentro das quatro linhas.


A maior preocupação de Cristiano Ronaldo durante a Copa: Ver se estava aparecendo bem no telão.....

Dos atletas que se destacam no comercial, apenas os espanhóis Gerard Piqué, Andres Iniesta E Cesc Fabregas continuam vivos no mundial. A Espanha encara a fortíssima Alemanha na quarta feira já pelas semi finais. É aguardar para ver se o trio conseguirá escrever o futuro promissor retratado na propaganda, ou se sucumbirão diante da dura realidade dos outros astros da empresa. É esperar pra ver.
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Carta Aberta a Washington





Por Fábio Laudonio.


De: Fábio Laudonio

Para: Washington.


Prezado Washington, resolvi lhe escrever referente a sua situação no São Paulo Futebol Clube. Decidi mandar por carta mesmo, pois esse veículo de comunicação já é tão ultrapassado quanto o seu futebol...

Talvez você, no auge de sua sabedoria, não saiba o que significa a palavra desagregar. Desagregar, meu caro Washington, é exatamente o que você esta fazendo ao elenco do Tricolor. Suas constantes reclamações sobre sua titularidade transformam o belo ambiente do clube em um esgoto a céu aberto, que alimenta e muito alguns roedores da imprensa esportiva, que ficam roçando as mãos a espera de uma crise no Morumbi.

Washington, se você conhecesse um pouco da história do São Paulo...... Já tivemos tantos e tantos jogadores melhores que você, com mais estrela que você, com mais amor a camisa que você, com mais espírito de grupo que você. Citarei somente alguns: Raí. Leônidas da Silva, Pedro Rocha, Dario Pereira, Toninho Cerezo. Nenhum deles, meu caro Washington, chiava da forma que você chia, e olhe que todos são jogadores a nível de seleção...

Quem dera eu, meu caro Washington, que você ganhasse o salário que a maioria do povo brasileiro ganha, muitas vezes trabalhando em condições medíocres, sem perspectiva alguma de futuro ou crescimento profissional. Esses,Washington, não podem chorar, pois, se o fizerem, correm o risco de perderem o emprego, ou até pior, de nem serem ouvidos....

Na chegada de um profissional melhor, meu caro atacante, o que você deveria ter feito era tentar aprender algo com ele, no seu caso Fernandão. Talvez, se você fosse um pouco mais humilde, você poderia ter melhorado o seu futebol, e, com isso, auxiliar a empresa que você trabalha. É provável que Fernandão também tenha algo a aprender contigo afinal ninguém sabe tudo nessa vida rapaz....

Por isso, meu caro avante, quero apenas lhe deixar uma frase, que espero que ecoe nos seus ouvidos: O São Paulo Futebol Clube pode sobreviver sem você, sem este que vos escreve, e sem muitos outros profissionais que estão ali dentro, porque é um clube de uma grandeza imensurável. Talvez por isso, meu caro Washington, suas atitudes, diante do Tricolor, se tornam ainda menores do que já são....
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Crônica: Dunga e os Sete Anões







Por Fábio Laudonio.

Futebol bonito, vistoso, rápido, com vários dribles e descontração. Isso é o que se espera de qualquer jogador que vai a Copa do Mundo representando a Seleção Brasileira. Mas, para 2010, esses paradigmas parecem que foram jogados no lixo.

Carlos Caetano Bledorn Verri, treinador do Brasil, resolveu contrariar a vontade de todos os torcedores, e chamar uma seleção bizarra, com jogadores que mal ostentam o banco em seus respectivos clubes, deixando de lado n craques que poderiam (e podem) desequilibrar uma Copa.

Dunga é o apelido desse cidadão dado por seu tio que, quando pequeno, achava que o mesmo não iria crescer muito. O nome foi tirado do desenho A Branca de Neve e os Sete Anões, um clássico de Walt Disney. E realmente o nosso Dunga não ostenta somente as características do Dunga do desenho, que só faz trapalhadas, pouco fala e escuta. Depois da convocação da seleção na última terça feira, Dunga poderia agregar características de outros anões do desenho:

Os sete anões no desenho.

Dunga poderia ser o Atchim. Assim como o anão que vive constantemente doente, espirrando por todos os lados, Dunga parece viver de uma doença crônica chamada teimosia. O que pensa é o certo, e ponto final.

Dunga poderia ser o Soneca. Sua seleção causa sono em qualquer espectador, com um futebol burocrático, chato e pragmático, bem diferente da mística do Brasil.

Mas nenhum lhe caberia tão bem quanto o Zangado. Dunga já provou, diversas vezes, sofrer de um mau humor crônico, sempre pronto para fulminar algum jornalista que lhe pergunte algo que, em sua visão, lhe desagrade.

O anão Dunga de Walt Disney


Engana-se quem acha que Dunga só atribuiu características dos personagens de conto de fadas a si mesmo. O treinador conseguiu, de uma forma medíocre, rotular o povo brasileiro de Dengoso, pois todos têm vergonha de saber que tantos craques ficaram de fora, em uma lista repleta de interrogações.

Dos sete anões citados, só sobraram dois: Feliz e Mestre. Ambos só serão atribuídos a Dunga ou ao povo Brasileiro no fim da Copa. Por enquanto, o povo está com a carapuça de Mestre, e Dunga com a de Feliz. Porém, já temos uma certeza: Dunga, mesmo se ganhar, estará longe de ser um mestre. E o povo brasileiro, com a vitória, não estará 100% feliz em saber que a sua vontade não foi feita, pois, assim como 1994, ficará aquele gosto de um título aos trancos e barrancos, estilo Dunga de ser...
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O time precisa de uma base...




Por Tayguara Ribeiro.

Que o técnico do São Paulo Futebol Clube, o ilustríssimo senhor Ricardo Gomes, não conseguiu dar base, tampouco consistência a equipe é evidente a qualquer pessoa que assista a uma partida do Tricolor.

No entanto, um outro quesito tem preocupado muito mais os torcedores do Tricolor Paulista: as categorias de bases. São Paulo, Corinthians, Santos e Cruzeiro são os clubes brasileiros que mais revelam grandes jogadores. Pelos lados do Morumbi, apenas citando nomes recentes, surgiram atletas como: Kaká, Breno, Alex Silva e Denílson.


Kaká, em sua estréia pelo São Paulo diante do Botafogo na final do Rio São Paulo de 2001. Do Morumbi para o mundo.

Mas nos últimos anos, a diretoria do clube prefere apostar nos medalhões. Henrique, Lucas Gaúcho, Sérgio Mota, Diogo e Mazzola têm poucas ou nenhuma oportunidades no time principal.


O goleiro Richard é levantado pelos companheiros, depois de brilhar nas cobranças de penaltis da final da Copa São Paulo de Júniores desse ano. Poucos atletas desse time tiveram oportunidade na equipe principal.


A lateral-esquerda é claramente um problema e talvez Diogo pudesse resolver. Mazzola foi emprestado e outros garotos do time júnior estão em litígio com o São Paulo.


Oscar, uma das maiores promessas do Tricolor nos últimos anos, é um dos atletas que está buscando o desligamento do clube na justiça. A falta de oportunidades no time profissional é a principal queixa do meia.


O presidente Juvenal Juvêncio não deve simplesmente mandar todos embora e botar a molecada pra jogar. Contudo o elenco Tricolor precisa de uma reformulação e isso passa, sim, por algumas apostas nos jovens valores do São Paulo.

Basta ver que os dois atacantes do Cruzeiro e o artilheiro do Atlético Mineiro nasceram pro futebol no Morumbi. Juntos Thiago Ribeiro e Kleber , o Gladiador, já marcaram 27 gols pela Raposa. Diego Tardelli se consolidou no futebol mineiro e tem sido um dos destaques do Galo. Será que um dos principais clubes da América do Sul e porque não dizer do futebol mundial não está sabendo aproveitar os seus talentos?


Kleber e Thiago Ribeiro, a dupla que possui o melhor ataque da Libertadores desse ano, foram revelados pelo Tricolor Paulista.
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